segunda-feira, 30 de julho de 2012

HORÁRIO 2013

OITAVA NOTURNO
SEG HIST/HIST/HIST/MAT/MAT
TER CIE/CIE/CIE/MAT/MAT
QUA CIE/CIE/ING/ING/ING
QUI PORT/PORT/PORT/GEO/GEO

PRIMEIRO ANO NOTURNO
SEG PORT/PORT/ING/HIST/HIST
TER MAT/MAT/MAT/FILO/FILO
QUA GEO/GEO/BIO/BIO/BIO
QUI QUIM/QUIM/FIS/FIS/FIS

SEGUNDO ANO NOTURNO
SEG BIO/BIO/BIO/ING/ING
TER HIST/HIS/SOCIO/PORT/PORT
QUA FIS/FIS/GEO/GEO/GEO
QUI MAT/MAT/QUIM/QUIM/QUIM

TERCEIRO ANO NOTURNO
SEG MAT/MAT/ARTES/QUIM/QUIM
TER PORT/PORT/PORT/BIO/BIO
QUA ING/ING/FIS/FIS/FIS
QUI GEO/GEO/HIST/HIST/HIST


PRIMEIRO ANO MATUTINO
SEG FILO/FILO/BIO/BIO/MAT/MAT
TER ING/ING/QUIM/QUIM/GEO/GEO
QUA /MAT/MAT/QUI/QUI/PORT/PORT
QUI HIST/HIST/FISICA/FISICA

SEGUNDO ANO MATUTINO
SEG- MAT/MAT/SOCIO/SOCIO/BIO/BIO
TER- GEO/GEO/ING/ING
QUA- QUI/QUI/PORT/PORT
QUIN- QUI/QUI/HIST/HIST/FIS/FIS

TERCEIRO ANO MATUTINO
SEG /BIO/BIO/MAT/MAT
TER QUIM/QUIM/GEO/GEO/ING/ING
QUA PORT/PORT/ARTES/ARTES
QUI FIS/FIS/QUIM/QUIM/HIST/HIST<

CALENDÁRIO 2012/2

30/07- Início das aulas 17/08- Provas (Biologia/português/Matemática)(História/Português) 1º Bloco 24/08- Provas (História/Química/Física)(Cîências/Matemática) 2º Bloco 31/08- Segunda Chamada 07/09- Feriado 14/09- Conselho de classe 18/09- Boletins 21/09- Recuperação 28/09- Provas 1º Bloco 05/10- Provas 2º Bloco 11/10- Segunda Chamada/ Conselho de Classe 12/10- Feriado 16/10- Entrega dos Boletins 19/10- Recuperação 26/10- Provas 1º Bloco 02/11- Feriado 09/11- Provas 2º Bloco 15/11- Feriado 16/11- Segunda Chamada 23/11- Conselho de Classe 27/11- Entrega dos Boletins 30/11- Recuperação 05/12- Provas 1° Bloco 06/12- Provas 2° Bloco 07/12- Conselho de Classe 11/12- Boletins 12/12- 2ª Época 15/12- Formatura

quarta-feira, 25 de julho de 2012

CHEQUES

Você sabia que alguns cuidados simples evitam fraudes em cheques? Os cheques são uma das formas mais utilizadas para pagamentos no Brasil. Mas, para tornar seu uso mais seguro, ao emiti-los os consumidores podem adotar medidas simples e que ajudam a evitar fraudes e débitos indevidos em suas contas correntes. As dicas de segurança que os consumidores e recebedores de cheques devem seguir para evitar fraudes com cheques são: PARA QUEM EMITE CHEQUE o Procure emitir o cheque para pessoas e estabelecimentos conhecidos e confiáveis o Boa parte das fraudes acontece com cheques emitidos para um estabelecimento ou uma pessoa, que o repassa para outra pessoa ou estabelecimento. Esse repasse pode acontecer muitas vezes e, no meio do caminho, pode haver alteração de dados, como o valor do cheque, ou até clonagem. o Sempre cruze o cheque e preencha o nome do favorecido Isso evita que o cheque passe de mãos em mãos e seja desviado, levando à fraude e ao desconto do cheque alterado no caixa do banco. o O Banco Central determina que nos cheques a partir de R$ 100 deve constar o nome do favorecido o A Resolução n.º 2.090 de 06.07.1994, do Banco Central do Brasil, determina que nos cheques a partir de R$ 100 é obrigatório constar o nome do favorecido. Essa norma foi implantada para combater práticas ilícitas, como a de caixa 2, e serve também para evitar fraudes nos documentos, como as citadas anteriormente. o Se o emissor não informar no cheque o nome do favorecido, alguém terá de fazê-lo, pois os bancos não processam esses documentos sem tal informação. Em geral, quem preencherá esse dado é a pessoa que o depositará ou descontará no caixa do banco. Por isso, é melhor que seja você a preencher esse dado. o Use sua própria caneta para preencher o cheque Uma das táticas de fraudadores é oferecer ao emissor de um cheque uma caneta cuja tinta pode ser facilmente apagada, para poder adulterar o documento mais tarde. Por isso, sua caneta é sempre a mais segura para preencher o cheque. o Hum mil é sempre melhor do que Mil Se o valor do cheque for de R$ 1.000 a R$ 1.999, comece o valor por extenso com Hum mil. Isso dificulta a adulteração do documento. o Preencha e guarde os controles de cheques o Os controles de cheques são a maneira mais fácil para o consumidor verificar se os cheques descontados de sua conta corrente foram mesmo emitidos e se os valores debitados estão corretos. Por isso, sempre anote nos controles os dados da emissão, guarde-os e compare o que está anotado e o que foi debitado. o O que fazer se o cheque fraudado for compensado Caso você desconfie que um cheque fraudado tenha sido debitado de sua conta corrente, procure imediatamente o seu banco - por meio do gerente na agência ou de outros canais que o banco coloca à disposição, como telefone e internet. A instituição financeira investigará a fraude e, caso seja comprovada, o valor poderá ser ressarcido ao cliente que sofreu as perdas. PARA QUEM RECEBE UM CHEQUE o Peça sempre um documento de identificação A apresentação do documento de identificação contribui para a garantia de que é mesmo o titular da conta corrente quem está emitindo o cheque e que o valor emitido não será questionado ao ser debitado. Lembre-se de que o cheque pode ter sido roubado ou adulterado, ao ser repassado várias vezes entre estabelecimentos e pessoas, até chegar às suas mãos. o Evite aceitar e repassar cheques de pessoas ou estabelecimentos sem o nome do favorecido o Como os cheques sem o nome do favorecido podem passar de mãos em mãos e, nesse caminho, caírem nas mãos de fraudadores, ao aceitar um cheque sem o nome do favorecido e repassá-lo dessa mesma forma, a pessoa ou estabelecimento pode estar contribuindo para que ocorra uma fraude. o Pagamento de cheques fraudados Caso uma pessoa ou estabelecimento deposite um cheque e esse tenha sido fraudado ou roubado, o cliente de quem o dinheiro for debitado poderá ser ressarcido. Esse ressarcimento caberá ao depositante, uma vez que seja identificado. o Peça sempre cheques cruzados e com o nome do favorecido Tomando esses cuidados, cheques emitidos em seu favor não poderão ser descontados por outras pessoas em caso de perda ou roubo. Em 2008, 1,4 bilhão de cheques foram compensados, o que representou 3,2% das transações bancárias. Os números vêm caindo ao longo dos anos. Em 2000, os cheques compensados somaram 2,6 bilhões e representaram 13,3% das transações. A série de pautas "Você Sabia", da Febraban, traz sugestões sobre como os clientes podem fazer melhor uso dos serviços dos bancos e daqueles prestados pela Federação. O objetivo é esclarecer o público sobre questões que ajudem a melhorar seu relacionamento com as instituições financeiras. As pautas enviadas anteriormente foram sobre os serviços disponíveis aos consumidores no site da FEBRABAN, cheque especial, tarifas, crédito pessoal, encerramento de contas e canais de atendimento dos bancos.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Atol das Rocas

HistóriaO primeiro mapa que mostra o Brasil descoberto pelos portugueses, o Planisfério de Cantino, de 1502, já registrava a existência do Atol das Rocas (Andrade, 1959, citado por KIKUCHI, 1999). Uma outra menção à Rocas é atribuída ao Almirante Dario Paes Leite, que descreveu o naufrágio de uma das naus da expedição liderada pelo navegador português Gonçalo Coelho à costa do Brasil, em 1503 (Rodrigues, 1940, citado por KIKUCHI, 1999).[1][2] Apesar de ser conhecido desde o século XVI, o primeiro mapa detalhado de Rocas surgiu apenas em 1852, desenhado pelo Capitão-Tenente Phillip Lee, com a denominação de Baixo das Rocas ou Baixo das Cabras (Rodrigues, 1940, citado por KIKUCHI, 1999). Rocas aparece caracterizado como atol em 1858, num levantamento batimétrico feito pelo Comandante Vital de Farias (Rodrigues, 1940, citado por KIKUCHI, 1999). O primeiro naturalista a mencionar Rocas foi Jean de Léry, em 1880 (Andrade, 1959, citado por KIKUCHI, 1999). Devido à pouca profundidade de suas águas, a navegação nesse trecho da costa é muito perigosa. Os acidentes marítimos em Rocas eram frequentes e, no final do século XIX, no dia 19 de novembro de 1881 iniciou-se a construção do primeiro Farol do Atol das Rocas, na ilha atualmente conhecida como Ilha do Farol. [editar] GeografiaOs recifes que compõe Rocas crescem no topo de um monte submarino pertencente à Zona de Fratura de Fernando de Noronha. Com uma área de aproximadamente 755,1 ha, o Atol das Rocas está entre os menores do mundo. De formato oval, tem 3,7 km de comprimento, 2,5 km de largura e um perímetro 7 km.[1][2][3] As areias de Rocas tem origem biológica, sendo compostas principalmente por estruturas calcárias fósseis de algas coralináceas da sub-família Melobesioideae e da família Corallinaceae, além de algas verdes do gênero Halimeda e de foraminíferos bentônicos, principalmente Amphistegina radiata e Archaias sp (Coutinho e Morais, 1970 citado por KIKUCHI, 1999). Essas areias de origem biológica acumularam-se em duas faixas com forma de anel aberto no interior do atol, originando a Ilha do Farol e a Ilha do Cemitério. Juntas, tem uma área de aproximadamente 36 ha. Durante a maré baixa, o anel de recifes que forma o atol fica exposto e, no seu interior, surgem piscinas naturais, de tamanhos diversos e profundidade de até 6 m. Na maré alta, apenas as duas ilhas interioranas e o perímetro do atol, com sua margem formada por recifes, ficam emersas.[1][2] [editar] EcologiaO Atol das Rocas serve de berçário a muitas espécies. Todos os anos milhares de aves e centenas de tartarugas-verdes retornam para lá para desovar. O local também é área de abrigo e alimentação da tartaruga-de-pente. Tem uma enorme importância ecológica fundamental por sua alta produtividade biológica e por ser uma importante zona de abrigo, alimentação e reprodução de diversas espécies animais.[carece de fontes?] Ao lado do Arquipélago de Fernando de Noronha, o Atol das Rocas é considerado uma das áreas mais importantes para a reprodução de aves marinhas tropicais do País, abrigando pelo menos 150 milhares de aves, de quase 30 espécies diferentes. Atualmente vivem, o ano todo, cinco espécies de aves residentes: duas de atobás, uma de trinta-réis ou andorinha do mar e duas de viuvinhas, os atobás-de-patas-vermelhas e as fragatas vem de Fernando de Noronha para pescar. Além delas, 25 espécies migratórias fazem de Rocas um porto permanente. Passam por ali espécies originárias da Venezuela, da África e até maçaricos provenientes da Sibéria. Até o momento, nenhuma espécie potencialmente predadora foi catalogada no Atol das Rocas. O atol é também o paraíso de muitas espécies aquáticas. Por se tratar de uma montanha isolada, em meio a mares profundos e afastados da costa, ele é ideal para peixes de todos os tamanhos, moluscos, algas, crustáceos e tartarugas. Quase cem espécies de algas, 44 de moluscos, 34 de esponjas, sete espécies de coral e duas espécies de tartarugas já foram ali identificadas. Entre os 24 crustáceos, destacam-se o caranguejo terrestre e o aratu, que somente habitam ilhas oceânicas. Em Rocas foram ainda catalogadas quase 150 espécies de peixes diferentes, entre os sargos, garoupas e xaréus. Mas apenas duas dessas espécies, o gudião e a donzela são exclusivas da região, que abrange o Atol das Rocas e o Arquipélago de Fernando de Noronha, o tubarão-limão, uma espécie rara em Rocas tem motivado estudos de vários cientistas brasileiros e estrangeiros, a espécie passa o início da vida em cardumes, na laguna e nas piscinas do atol. [editar] Área protegidaO Atol das Rocas é protegido pela reserva biológica homônima. Esta é a primeira Reserva Biológica Marinha do Brasil, tendo sido em 5 de junho de 1979, através do Decreto-lei Nº 83.549.[4] Notas

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Sismo

Um sismo é um fenômeno de vibração brusca e passageira da superfície da Terra, resultante de movimentos subterrâneos de placas rochosas, de atividade vulcânica, ou por deslocamentos (migração) de gases no interior da Terra, principalmente metano. O movimento é causado pela liberação rápida de grandes quantidades de energia sob a forma de ondas sísmicas.

Basicamente, sismo é a ocorrência de uma fratura subterrânea. As ondas elásticas geradas propagam-se por toda a Terra[1]

Os grandes sismos são popularmente designados também pelo termo terremoto (português brasileiro) ou terramoto (português europeu) . No entanto, este último termo aplica-se apenas a esses grandes sismos, sendo que para os pequenos se costuma usar abalo sísmico ou tremor de terra[1]. Se um sismo abala zonas não habitadas não é nunca usado o termo "terremoto" ou "terramoto", mesmo que seja de grande intensidade, enquanto que se abalar zonas habitadas, for sentido e tiver efeitos catastróficos é costume usar também o outro termo, fora de contextos científicos e da área de proteção civil.

Índice [esconder]
1 Descrição do fenómeno sísmico
2 Tipos de sismos
2.1 Sismos de origem natural
2.2 Sismos induzidos
3 Profundidade dos sismos
4 Fenômenos secundários
4.1 Sinais precursores
4.2 Após o sismo
5 Distribuição geográfica dos sismos
5.1 Sismicidade histórica em países lusófonos
5.1.1 Portugal
5.1.2 Brasil
6 Construção antissísmica
7 Curiosidades
8 Referências
9 Ver também
10 Ligações externas


[editar] Descrição do fenómeno sísmicoA maior parte dos sismos ocorrem nas fronteiras entre placas tectônicas, ou em falhas entre dois blocos rochosos. O comprimento de uma falha pode variar de alguns centímetros até milhares de quilômetros, como é o caso da falha de Santo André na Califórnia, Estados Unidos.

Só nos Estados Unidos ocorrem de 12 000 a 14 000 sismos anualmente (ou seja, aproximadamente 35 por dia). Baseado em registros históricos de longo prazo, aproximadamente 18 grandes sismos (terremotos ou terramotos, de 7,0 a 7,9 na escala de magnitude de momento) e um terremoto gigante (8 ou superior) podem ser esperados no período de um ano.

Entre os efeitos dos sismos estão a vibração do solo, abertura de falhas, deslizamentos de terra, tsunamis, mudanças na rotação da Terra, mudanças no eixo terrestre, além de efeitos deletérios em construções feitas pelo homem, resultando em perda de vidas, ferimentos e altos prejuízos financeiros e sociais (como o desabrigo de populações inteiras, facilitando a proliferação de doenças, fome, etc).

O sismo registado de mais alta magnitude de momento foi o Sismo de Valdivia ou "Grande Sismo do Chile" em 1960 que atingiu 9,5 na escala de magnitude de momento, seguido pelo sismo do Alasca de 1964 que atingiu 9,2 na mesma escala.

[editar] Tipos de sismos[editar] Sismos de origem natural
Tipos de falhas (em inglês).A maioria dos sismos está relacionada à natureza tectônica da Terra, sendo designados sismos tectônicos. A força tectônica das placas é aplicada na litosfera, que desliza lenta mas constantemente sobre a astenosfera devido às correntes de convecção com origem no manto e no núcleo (ver tectónica de placas).

As placas podem afastar-se (tensão), colidir (compressão) ou simplesmente deslizar uma pela outra (torsão). Com a aplicação destas forças, a rocha vai-se alterando até atingir o seu ponto de elasticidade, após o qual a matéria entra em ruptura e sofre uma libertação brusca de toda a energia acumulada durante a deformação elástica. A energia é libertada através de ondas sísmicas que se propagam pela superfície e interior da Terra. As rochas profundas fluem plasticamente (têm um comportamento dúctil – astenosfera) em vez de entrar em ruptura (que seria um comportamento sólido – litosfera).

Estima-se que apenas 10% ou menos da energia total de um sismo se propague através das ondas sísmicas. Aos sismos que ocorrem na fronteira de placas tectónicas dá-se o nome de sismos interplacas, sendo os mais frequentes, enquanto que àqueles que ocorrem dentro da mesma placa litosférica dá-se o nome de sismos intraplacas e são menos frequentes.

Os sismos intraplacas também podem dar origem a sismos profundos, segundo as zonas de subducção (zonas de Benioff), ocorrendo entre os 100 e os 670 km. Devem-se à transformação de minerais - devido aos minerais transformarem-se noutros com forma mais densa - e este processo é repentino. Pode ocorrer no caso da desidratação da olivina, em que esta se transforma em vidro.

Também podem ser sismos de origem vulcânica, devendo-se às movimentações de magma dentro da câmara magmática ou devido à pressão causada por esse quando ascende à superfície, servindo assim para prever erupções vulcânicas. Está mais associado ao vulcanismo do tipo explosivo que às do tipo efusivo.

Existem ainda os sismos de afundamento, que ocorrem na sequência de deslizamentos de correntes turbídicas (grandes fragmentos de rocha que deslizam no talude continental) ou devido ao abatimento de cavidades ou do tecto de grutas.

No entanto cientistas como Thomas Gold advogam que os sismos têm origem partir de migração de gases primordiais como hélio, metano, nitrogênio e hidrocarbonetos, em grandes profundidades no interior da terra. Nos limites de placas litosféricas a intensidade e ocorrência dos sismos são maiores, provavelmente pela comunicação mais próxima entre o manto e crosta. A migração dos gases sob alta pressão dissipam energia sísmica através de falhas geológicas que podem atingir a superfície e causar sérios danos.

[editar] Sismos induzidosEstes são sismos associados à ação humana quer direta ou indiretamente. Podem-se dever à extração de minerais, água dos aquíferos ou de combustíveis fósseis, devido à pressão da água das albufeiras das barragens, grandes explosões ou a queda de grandes edifícios. Apesar de causarem vibrações na Terra, estes não podem ser considerados sismos no sentido lato, uma vez que geralmente dão origem a registros ou sismogramas diferentes dos terramotos de origem natural.

Alguns terramotos ocasionais têm sido associados à construção de grandes barragens e do enchimento das albufeiras por estas criadas, por exemplo na Barragem de Kariba no Zâmbia . O maior sismo induzido por esta causa ocorreu a 10 de Dezembro de 1967, na região de Koyna a oeste de Madrasta, na Índia. Teve uma magnitude de 6,3 na escala de magnitude de momento. Também têm a sua origem na extracção de gás natural de depósitos subterrâneos.

Podem também ser provocados pela detonação de explosivos muito fortes, tais como explosões nucleares, que podem causar uma vibração de baixa magnitude. Assim, a bomba nuclear de 50 megatoneladas chamada tsar bomba detonada pela União Soviética em 1961 criou um sismo comparável aos de magnitude 7, produzindo vibrações tão fortes que foram registradas nos antípodas. Para dar efeito ao Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, a Agência Internacional de Energia Atómica usa as ferramentas da sismologia para detectar atividades ilícitas tais como os testes de armamento nuclear. Com este sistema é possível determinar exatamente onde ocorreu uma explosão.

[editar] Profundidade dos sismosPodem ser classificados de três formas: superficiais, intermédios e profundos.

Superficiais – ocorrem entre a superfície e os 70 km de profundidade (85%)
Intermédios – ocorrem entre os 70 e os 350 km de profundidade (12%)
Profundos – ocorrem entre os 350 e os 670 km de profundidade (3% dos sismos)
Em profundidades superiores a 700 km são muito raros
Na crosta continental, a maior parte dos sismos ocorrem entre os 2 e os 20 km, sendo muito raros abaixo dos 20 km, uma vez que a temperatura e pressão são elevadas, fazendo com que a matéria seja dúctil e tenha mais elasticidade. Como a crosta oceânica é fria, nas zonas de subducção os sismos podem ser mais profundos

Opto Eletrônica

A Opto Eletrônica S.A. é uma empresa de tecnologia no ramo de optoeletrônica, com atuação nas áreas médica, industrial, de componentes ópticos, aeroespacial e de defesa. Pioneira em diversos setores, a OPTO é sinônimo de inovação e respeito aos clientes, à sociedade e ao meio ambiente.[1]

A Opto foi fundada em 1985, através de uma associação de professores oriundos do Instituto de Física de São Carlos - Universidade de São Paulo. Estava entre as 100 empresas que mais cresceram no Brasil no período entre 2003 e 2006, de acordo com lista publicada pela revista Exame.[2]

A OPTO apóia diversas iniciativas para o desenvolvimento de tecnologia em universidades e centros de pesquisa de todo o Brasil, além de incentivo ao esporte, com patrocínio a equipes de protótipos de veículos e aerodesign, tenistas, entre outros. Desde 2004 participando do Rally dos Sertões, a OPTO disponibiliza equipamentos oftalmológicos, envia médicos especialistas e faz doação de óculos para a população carente que reside em cidades ao longo do trajeto do rali. Os atendimentos acontecem antes, durante e até dois meses depois da prova.

A OPTO também investe em ações de sustentabilidade ambiental, como no projeto Bosque dos Ipês, acrescentando quase 500 árvores ao cenário urbano de São Carlos (SP), sede da empresa. Hoje, a OPTO está constituída de uma planta industrial no município, além de departamento comercial e assistência técnica na capital paulista, quatro laboratórios antirreflexo (São Paulo, Fortaleza, Porto Alegre e Brasília), unidades e parceiros no exterior (Optos-USA, Opto-Mexico e Optos).

[editar] HistóriaA OPTO nasceu a partir da concretização do sonho de seus fundadores, na época pesquisadores e técnicos do Instituto de Física do Campus da USP em São Carlos. Sempre na vanguarda das novas tecnologias optoeletrônicas, a OPTO foi a primeira empresa do hemisfério sul a produzir um laser - no caso, o laser HeNe (Hélio-Neônio). Na sequência, a empresa fabricou o primeiro leitor de códigos de barra para uso em supermercados (tecnologia posteriormente vendida à Itautec).

Logo no primeiro ano de vida, a OPTO nacionalizou a produção de filtros azuis, utilizados na foto-polimerização de resinas dentais e de refletores odontológicos - produtos fabricados pela empresa até hoje. Apenas nas primeiras duas décadas de produção, mais de um milhão de refletores odontológicos foram fabricados pela OPTO – o que corresponde a mais de um milhão de consultórios odontológicos no mundo utilizando refletores produzidos pela empresa.

Entre 1988 e 1992, a OPTO se dedicou a desenvolver aplicações industriais para os lasers Hélio-Neônio que fabricava. Nesse período, a empresa colocou no mercado quase 4.000 mil equipamentos, entre posicionadores para indústria de pneus, inovadoras adaptações a laser para teodolitos (instrumentos para topografia), sistemas de alinhamento de trilhos para a Companhia Vale do Rio Doce, entre outros.

O domínio de tecnologias nas áreas de óptica e eletrônica levou a OPTO, em 1992, a entrar no mercado de equipamentos médicos-oftálmicos, inicialmente distribuindo lasers fotocoaguladores para retina e, em seguida, desenvolvendo e produzindo os próprios equipamentos. Nesse mercado, o primeiro produto foi o Microscópio Cirúrgico, totalmente desenvolvido na OPTO e exportado para todo o mundo. Sempre à frente, a empresa desenvolveu e lançou no mercado o Retinógrafo totalmente digital, tornando-se uma das poucas empresas no mundo a produzir o equipamento, a exemplo de diferentes lasers produzidos na OPTO.

A OPTO iniciou, em 1993, a produção dos primeiros componentes óticos com qualidade aeroespacial: os prismas de alta precisão para sistemas de imageamento. No ano seguinte, teve início na empresa o desenvolvimento de sensores a laser para sistemas militares de defesa, como espoletas para mísseis antiaéreos e sistemas de guiamento a laser para mísseis antitanque. Em 1996, a OPTO foi pioneira ao introduzir no mercado brasileiro o tratamento antirreflexo para lentes de óculos. A empresa segue hoje como a única no País com certificação ISO para a realização desse tipo de trabalho, com mais de 1 milhão de pares de lentes tratados.

Inúmeras etapas e avanços da OPTO tiveram apoio da FINEP – Financiadora de Estudos e Projetos. A característica inovadora da OPTO também levou-a a trabalhar em conjunto com pesquisadores da Escola Paulista de Medicina da Unifesp no desenvolvimento de um tratamento para a DMRI - degeneração macular relacionada à idade (uma das maiores causadoras de cegueira nos dias de hoje). A OPTO desenvolveu um laser específico para as necessidades dos médicos pesquisadores e o resultado é o tratamento i-MP (Indocyanine Green Mediated Photothrombosis), uma técnica inovadora e em fase III de Clinical Trial no Brasil. Trata-se do primeiro Clinical Trial de um tratamento desenvolvido no Brasil.

A partir de 2006, com a experiência em equipamentos militares e de alta tecnologia[3], a OPTO foi convidada a participar das licitações para o desenvolvimento e fabricação das câmeras dos satélites sino-brasileiros CBERS 3, CBERS 4 e Amazônia 1. A empresa foi selecionada para a execução dos projetos, que proporcionaram uma revolução à OPTO, como a construção de um edifício de 4.500 m² e a entrada de quase 70 pesquisadores, além de uma enorme gama de novos equipamentos de altíssima tecnologia (como a primeira linha de produção de lentes não esféricas da América Latina). Essas conquistas continuam fazendo da OPTO uma empresa que não para de crescer, e sempre com o foco no futuro.

TERRA

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisa Nota: Para outros significados, veja Terra (desambiguação).
Terra

Planeta principal
Características orbitais
Semieixo maior 149 598 261 km
1,00000261 UA[1]
Perélio 147 098 290 km
0,98329134[nota 1] UA
Afélio 152 098 232 km
1,01671388[nota 1] UA
Excentricidade 0,01671123[1]
Período orbital 365,256363004 d[2]
(1.000017421 a)
Velocidade orbital média 107 200 km/h
29,78 [3] km/s
Inclinação 7,155° ao equador do Sol
1,57869[4] ao plano invariável°
Argumento do periastro 114,20783°[3][nota 2]
Longitude do nó ascendente 348,73936°[3][nota 3]
Número de Satélites 1 (Lua)
Características físicas
Diâmetro equatorial 12 756,2 km
Área da superfície 510 072 000[5][6][nota 4] km²
Volume 1,08321×1012[3] km³
Massa 5,9736×1024[3] kg
Densidade média 5,515[3] g/cm³
Gravidade equatorial 9,780327 m/s2[7]
0,99732 g
Dia sideral 0,99726968 d[8]
23h 56m 4,100s
Velocidade de escape 11,186[3] km/s
Inclinação axial 23°26'21",4119[9]
Albedo 0,367 (geométrico)[3]

0,306 (Bond)[3]

Temperatura média: 14[10] ºC
-89,2[11] ºC min 57,8[12] ºC max
Composição da Atmosfera
Pressão atmosférica 101,325 kPa
Nitrogênio
Oxigênio
Argônio
Dióxido de carbono
Vapor de água (variável com o clima) 78,08%
20,95%
0,93%
0,038%
~1%

A Terra é o terceiro planeta mais próximo do Sol, o mais denso e o quinto maior dos oito planetas do Sistema Solar. É também o maior dos quatro planetas telúricos. É por vezes designada como Mundo ou Planeta Azul. Lar de milhões de espécies de seres vivos,[13] incluindo os humanos, a Terra é o único corpo celeste onde é conhecida a existência de vida. O planeta formou-se há 4,54 bilhões (mil milhões) de anos,[14][15][16][17] e a vida surgiu na sua superfície um bilhão de anos depois. Desde então, a biosfera terrestre alterou significativamente a atmosfera e outros fatores abióticos do planeta, permitindo a proliferação de organismos aeróbicos, bem como a formação de uma camada de ozônio, a qual, em conjunto com o campo magnético terrestre, bloqueia radiação solar prejudicial, permitindo a vida no planeta.[18] As propriedades físicas do planeta, bem como suas história geológica e órbita, permitiram que a vida persistisse durante este período. Acredita-se que a Terra poderá suportar vida durante pelo menos outros 500 milhões de anos.[19][20]

A sua superfície exterior está dividida em vários segmentos rígidos, chamados placas tectônicas, que migram sobre a superfície terrestre ao longo de milhões de anos. Cerca de 71% da superfície da Terra está coberta por oceanos de água salgada, com o restante consistindo de continentes e ilhas, os quais contêm muitos lagos e outros corpos de água que contribuem para a hidrosfera. Não se conhece a existência de água no estado líquido em equilíbrio, necessária à manutenção da vida como a conhecemos, na superfície de qualquer outro planeta.[nota 5] Os polos geográficos da Terra encontram-se maioritariamente cobertos por mantos de gelo ou por banquisas. O interior da Terra permanece ativo, com um manto espesso e relativamente sólido, um núcleo externo líquido que gera um campo magnético, e um núcleo interno sólido, composto sobretudo por ferro.

A Terra interage com outros objetos no espaço, em particular com o Sol e a Lua. No presente, a Terra orbita o Sol uma vez por cada 366,26 rotações sobre o seu próprio eixo, o que equivale a 365,26 dias solares ou um ano sideral.[nota 6] O eixo de rotação da Terra possui uma inclinação de 23,4° em relação à perpendicular ao seu plano orbital,[21] produzindo variações sazonais na superfície do planeta com período igual a um ano tropical (365,24 dias solares).[22] A Lua é o único satélite natural conhecido da Terra, tendo começado a orbitá-la há 4,53 bilhões de anos. É responsável pelas marés, estabiliza a inclinação axial da Terra e abranda gradualmente a rotação do planeta. Entre aproximadamente 4,1 e 3,8 bilhões de anos atrás, durante o intenso bombardeio tardio, impactos de asteroides causaram mudanças significativas na superfície terrestre.

Os recursos minerais da Terra em conjunto com os produtos da biosfera, fornecem recursos que são utilizados para suportar uma população humana global. Estes habitantes da Terra estão agrupados em cerca de 200 estados soberanos, que interagem entre si por meio da diplomacia, viagens, comércio e ação militar. As culturas humanas desenvolveram várias crenças sobre o planeta, incluindo a sua personificação em uma deidade, a crença numa Terra plana, ou em que a Terra é o centro do universo, e uma perspectiva moderna do mundo como um ambiente integrado que requer proteção.